Capacidade
Vídeo
Geração, edição e publicação de vídeo tratadas como esteira de produção: fila, worker, estado visível e custo por item. Não é uma chamada de API com um prompt bonito.
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Onde esses projetos costumam morrer
O primeiro erro é processar dentro da requisição do usuário: o arquivo é grande, o processamento leva minutos e a conexão cai antes de terminar. O segundo é não medir — cada segundo de vídeo gerado tem preço, e sem contagem por item a fatura chega antes do aprendizado. O terceiro aparece depois: o mesmo arquivo processado duas vezes porque não havia cache, dobrando o custo sem ninguém perceber.
O que a gente constrói
Geração a partir do seu material
Peça de vídeo curta montada do seu catálogo, do seu texto ou da sua marca, orquestrada como trabalho assíncrono com estado visível: aguardando, processando, pronto ou falhou, com motivo legível.
Edição em escala
Corte, legenda queimada, dublagem, troca de formato por canal e versão por idioma. O que uma pessoa faz uma vez vira esteira que faz cem, com o mesmo padrão.
Vídeo que vira dado
Vídeo vira quadro, transcrição e descrição, indexados para busca. Serve para achar o trecho dentro de um acervo que hoje ninguém consegue procurar.
Publicação e entrega
O resultado vai para onde tem que ir — canal, painel, CDN ou o sistema do cliente — e cada item carrega o custo real do que consumiu.
O que vem de série.
- 01
Fila com worker separado, para que processamento pesado não derrube quem está navegando.
- 02
Estado visível de cada trabalho, com motivo de falha legível em vez de erro cru.
- 03
Cache do que já foi processado, porque reprocessar o mesmo arquivo é o desperdício mais comum.
- 04
Teto diário e interruptor, já que geração de mídia estoura orçamento mais rápido que qualquer outra categoria.
- 05
Custo por item e por cliente, não só o total do mês.